Sintoma

A origem da palavra diz, dentre várias coisas, má sorte e encontro fortuito.  Na área de saúde, sintoma pode ser febre, uma alteração em alguns outros parâmetros, como pressão alta, “diabetes alta”, dor e outras coisas.  Em saúde mental, em psicologia e em psicanálise, posso dizer que em certa medida a coisa também não foge disso. Vamos dizer que elas dizem respeito a dilemas, angústias e anseios, por exemplo, de um sujeito.

Para facilitar um pouco o entendimento de algo que pode ser um bocado complicado… um sintoma é a ansiedade, a sensação de pânico, a tristeza, falta de vontade, a mania ou a repetição de um mesmo erro.

Da mesma forma que uma febre remete a questão “ao que essa febre está relacionada?”, os sintomas psíquicos também podem abrir espaço a questionamentos como por exemplo, “o que esse pânico quer dizer em relação a história desse sujeito?”.

Sintomas são traços evidentes de vida do sujeito, seja sobre o sujeito e o seu estado, se ele está ou se algo lhe faz bem ou mal. É algo que ao se mostrar, possui um significado peculiar e único para uma única pessoa.

Na medida em que se analisa um sintoma é possível entendê-lo e ao sujeito com maior profundidade, inclusive é uma via para pesquisar pontos de conflito, recordá-los e reelaborá-los.

(artigo revisado em 02 de dezembro de 2018)

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