E para que servem os remédios e a psicoterapia? Qual o melhor?

Realizadas pequenas correções de legibilidade. Removido um link desnecessário, pois no layout atual há melhor navegabilidade e uma lista de assuntos relacionados que funciona também melhor.

Oficina de literatura & PSicanálise

Eventualmente (mas com certa frequência) surgem dúvidas relacionadas a tomar remédios seja para ajudar a dormir, não ficar ansioso, não ter crises de pânico ou, se o melhor é fazer psicoterapia. Há dúvidas até mesmo, se um tratamento é ou não, melhor que o outro.

Os remédios servem para uma série de sintomas e possuem mecanismos que também podem variar. Quando um psiquiatra prescreve, leva em consideração esses aspectos e também, efeitos de combinações entre fármacos (afinal, um mesmo paciente pode precisar de vários psicotrópicos ou, também, tratar outras doenças, como hipertensão ou diabetes). Alguns dos sintomas que podem ser diminuídos com medicações, são a insônia e a ansiedade (incluindo as crises de pânico), o que costuma ajudar a pessoa descansar e recuperar um pouco as energias ou, para retomar sua rotina de uma forma mais suportável; no caso de depressões, os remédios podem servir como certa “injeção de ânimo”…

Ver o post original 264 mais palavras

“Não sei se me separo de meu namorado…”

Como parte do trabalho de transportar o conteúdo de lucianopsi.com para cá, nesse eu removi alguns links no texto que serviam para explicar do que se tratavam os “contos clínicos” (era uma categoria), e também explicar de onde saíam os nomes dos personagens, que eram todos vinculados ao conto “A pia da Rosa”.

Oficina de literatura & PSicanálise

Ângela era uma mulher independente, que já tinha filhos praticamente criados e namorava há mais ou menos um ano. Era profissional liberal, podia cuidar de suas contas, pagar seu apartamento independentemente da pensão do ex-marido. Seu problema era que há algum tempo seu relacionamento já não era mais o mesmo.

As brigas com seu namorado estavam ficando mais frequentes, mas de alguma forma, sempre faziam as pazes e ela deixava os mal entendidos por isso mesmo, ainda que tomasse alfinetadas vez ou outra… “Ele fica me falando, sabe aquele, dia? Eu lembro, viu? Não esqueci…”

Sua contabilidade e seus cuidados, noutrora brilhantes, já não eram mais os mesmos. “Eu acho que estou ficando velha… você pode ver, olhe como estou acabada hoje… Nem lembro quanto pintei os cabelos ou fiz as unhas da última vez… imagine como ficaria se tivesse mais filhos? Cuidar de adolescente é muito difícil, hein?”

Aprofundando-se…

Ver o post original 308 mais palavras

“Estou no terceiro casamento… eles sempre me traem…”

Removidos links e alguns comentários à respeito das ligações do conto com o trabalho feito no plantão psicológico.

Oficina de literatura & PSicanálise

Rosinha é relativamente jovem. Tem 4 filhos, dois do primeiro casamento e os outros dois dos posteriores, sendo que a menina mais nova tem pouco mais de um ano. Se em sua vida tudo ocorresse como gostaria, eis que teríamos uma mulher feliz apesar das preocupações em como cuidar da prole… mas não… entre um olhar e outro para o vazio ou para o chão, os olhos se enchem de lágrimas sem que ela saiba porquê, os sentimentos lhe saltam à razão e brotam e rolam pelo rosto na forma de lágrimas. “Eu acho que o que motiva são meus filhos, que se eles não tiverem eu, a quem vão recorrer? Não posso ficar ruim assim, não…”

Nos relacionamentos anteriores, Rosinha foi traída por seus maridos, resultando em brigas e separações. Se fosse dada a esquecer por conta da “idade”, como dizia e nem tinha, talvez não tivesse ido tão longe…

Ver o post original 451 mais palavras